Monsoon cap.05 - My faith is shaking

Nova capa de Monsoon e vcs devem ter reparado que a Hannah agora é a Taylor Swift eu achei mais apropriado coloca-la como a imagem de Hannah ela lembra a Hannah então... Oque acharam??
Hannah POVs

Uma semana, esse era o tempo que estava ali, tempo o suficiente para saber que aquele era o pior lugar que eu poderia estar, pois ali eu era tratada como lixo e havia momentos eu acreditava que eu era, momentos em que Payne abusava do meu corpo para seu prazer próprio. Nos primeiros dias tentei lutar contra aquilo, mas apenas recebia doloridas surras em resultado de minha rebeldia, eu realmente sofri nesses sete dias que cá estou prova disso são os hematomas espalhados pelo meu corpo, alguns das surrar que ganhei outros causados pelas mãos grandes e fortes de Liam, as mãos que me traziam dor e as vezes me traziam sentimentos por mim nunca sentindo antes. Quando ele me tocava intimamente, às vezes sentia carinho da parte dele, mas sabia que era apenas ilusão minha, Liam apenas amava a si mesmo e ao que fazia, não nutria e nem nutriria sentimento por ninguém além disso, ele parecia desprezar todos ao redor, o que me deixava perdida, como alguém podia ser assim, tão frio.

Eu olhava-me no espelho, e via cada marca deixada por Payne na ultima noite que foi ao seu quarto, e olhar aqueles machucados fez-me lembrar como os adquiri.


Flashback On

Eu estava deitada na cama de Liam, olhava o teto e me encolhia mais embaixo das cobertas por conta do frio e também por estar nua, eu estava ali à espera de Liam, o mesmo estava no banheiro desfrutava de um banho depois de um dia cansativo segundo ele, o que não duvido em nada pelo estado que entrou pela porta da frente daquele casarão.
- por que está escondida? indagou Liam saindo do banheiro
- está frio. comentei me encolhendo mais, eu estava com medo de Payne.

Liam rio e se se aproximou de mim, olhou em meus olhos e afagou meus cabelos, eu fechei meus olhos com seu toque e tremi, eu temia que ele me machucasse. Liam percebeu meu medo e logo sentou-se ao meu lado na cama pediu que eu abrisse os olhos e disse olhando-me fixamente.
- não tenha medo hoje eu não lhe farei tão mal. ao fim ele sorriu, o mesmo sorriso sádico que eu já estava me acostumada a ver. Aquele era o único sorriso que eu conseguia arrancar dele além do riso de deboche quando eu falava algo sobre Deus.
- eu não estou com medo. menti, mas como em todas as vezes que mentia abaixei o olhar, eu não conseguia fazer aquilo fitando-o, era impossível.
- está mentindo. comentou ele rindo debochadamente, e logo levantou meu rosto. olhe para mim e diga que não está com medo de mim e do que eu posso fazer.- pediu ele apertando meu queijo. Eu nada disse apenas olhei para baixo, eu não queria que ele notasse que eu já estava preste a chorar.
- claro que você tem medo, e tenho que confessar isso apenas me deixa mais excitado, adoro ver você implorar para eu parar, é tão estimulante. comentou ele depois de eu ficar calada.

Era tão doentio o modo como ele falava, para ele, o que ele me causava era diversão, mas eu não achava aquilo, eu tinha pesadelos a noite apenas em lembrar dos toques nada inocentes dele em meu corpo.
- mas não quero falar. completou ele descendo uma das mãos para minha cintura e naquele momento soube que viveria tudo aquilo novamente, e logo as lagrimas escaparam de meus olhos e rolaram livres em meu rosto, e tudo novamente se iniciou...

Flashback off

Joguei-me na cama chorando, lembrar de tudo me fazia cada vez mais mal, eu me condenava por não ter ficado calada naquele dia que fomos abordados a caminho da cidade, Abner havia pedido para deixar ele resolver, mas quando vi os fardados não me controlei, eu os odeio, ele me deixaram órfã, sozinha do mundo, eu era apenas uma criança e tive que aprender a viver, aprender o verdadeiro mundo, o mundo onde as pessoas são tão más que matam se próximo por apenas os mesmo terem outras crenças e cultura e outra opção sexual ou até mesmo por que alguém era doente, sei que amadurecer rápido de mais pode ter sido ruim por um lado, mas também fora bom, pois com isso aprendi a nunca acreditar em qualquer pessoa e não me apegar fácil as pessoas, era um forma de defesa minha, pois todos a minha volta quando criança não me inspiravam confiança então eu me isolava e tentava a todo o custo não ser sequestrada e morta, pois ainda tinha e tenho esperança de ver meus pais vivos, mesmo sendo poucas as chances.

[...]

Depois de ficar um tempo chorando, levantei e fui até a cozinha que como em todos os dias tenho frequentado, para ajudar com as refeições da casa, eu junto de mais uma outra garota chamada Nicola Zenden, um morena de olhos claros e rosto fino  com um sorriso alegre o que me assustava as vezes pois ela vivia num prostíbulo e era violentada, mas segundo ela Deus cuidava dela e a mesma sabia que sairia viva dali e contaria aos netos o que vivem, mas na minha opinião ela e o loiro, Connor, tinham algo, eles viviam de cochichos pelos cantos da casa e eu já o havia flagrado aos beijos na varanda na madrugada, mas nada comentei, pois se eu dissesse algo era capaz de Nicola ser morta por ter um envolvimento com um soldado nazista. Eu não conseguia acreditar que ela conseguia gostar de alguém que mata pessoas, pessoas inocentes, mas não posso julgar, a vida é dela, mas eu realmente não consigo aceitar isso, é totalmente errado, mas com o mundo estava um verdadeiro caos aquele o menor dos problemas, afinal pessoas estavam sedo mortas, e só em pensar naquilo eu já me arrepiava.

- posso saber no que está pensando? indagou Monica na cozinha enquanto comia uma maça, minha amiga havia mudando muito ao passar dos dias, ela começara a usar roupas pais decotadas e vestidos mais curtos, o cabelo sempre solto e muita maquiagem, tudo aquilo começou depois que Anthony aparecera, ele era o braço direito de Liam, um rapaz bem apessoado de traços marcantes e diferente dos outros era gentil com as garotas e o que me parecia mais gentil que o normal com minha inocente amiga, que pelo que me relatava estava apaixonada pelo soldado nazista, mas o mesmo nunca havia passado uma noite com ela, segundo Monica ele disse que não queria fazer aquilo com ela, ele não queria desonra-la e prometeu que não deixaria nenhum outro homem daquela casa tocar nela, o que apenas deixou Mônica ainda mais encantada com o rapaz, eu sentia um pouco de medo em relação a esses sentimentos de minha amiga, pois ele era um soldado, tirava vidas inocentes, e aquilo já era prova suficiente para não acreditar em tudo o que ele dizia, as vezes eu tentava convence-las de que ele não era alguém de confiança, mas sempre acabávamos discutindo, então não comentava mais nada sobre minhas suspeitas.

- em tudo isso que está nos acontecendo. comentei prendendo o avental ao redor de minha cintura.
Monica largou a metade da maça e se aproximou de mim, pôs uma mão sobre meu ombro e me abraçou de lado e disse.
- eu sinto muito por tudo que está acontecendo com você, eu realmente não queria que fosse assim, Payne é um mostro.


Quando ela falou isso eu relembrei de tudo e lagrimas voltaram aos meus olhos e então me abracei a Monica e deixei todas as lagrimas rolarem, eu precisava chorar, desabafar, estava me sentindo tão mal e chorar me faria bem de algum modo, assim eu esperava.

Continua
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Bom eu apenas quero pedir desculpa pela demora, mas eu realmente tentei postar monsoon nas ferias mas eu não tive tempo, minha ferias eu nem descansei e logo no ultimo dia oficial de ferias eu consegui terminar de escrever esse capitulo que comecei sábado passado, 26 de julho, então espero que me intendam e que continuem acompanhando a fanfic.
obrigada a todas que comentaram capitulo passado, amo vcs divas <33

Continua com 7 comentários!





3 comentários :

rayssa vasconcelos disse... Responder

Omg ja falei q sou apaixonada pela fic? Entao eu sou hahahaa cara continua meu eu amo forte a fic e estou louca pelo proximo cap continua logo nana se nn eu morro

- Lady Sweetie† disse... Responder

Naiéle, eu adorei o capítulo, você escreve muito bem <3
Continua!

Joyce Rayane Dos Santos Silva disse... Responder

Ta perfeita continua ♥

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